25/06/2025 - 15:43 | última atualização em 25/06/2025 - 19:25

COMPARTILHE

‘Ser advogada não me salva’

Não deixe de responder, até 18 de julho, a pesquisa da Ouvidoria da Mulher sobre o impacto da violência de gênero na advocacia fluminense

Ana Júlia Brandão





A campanha “Ser advogada não me salva”, promovida pela Ouvidoria da Mulher da OABRJ, faz um levantamento inédito sobre o impacto da violência de gênero sobre a advocacia fluminense. Com mais de 500 respostas já contabilizadas, a pesquisa segue aberta às respostas até o dia 18 de julho e representa um passo importante contra o machismo na advocacia. 

O objetivo é ouvir as experiências e percepções das advogadas do Estado do Rio de Janeiro para fortalecer políticas institucionais de acolhimento e enfrentamento ao machismo e à misoginia. A OABRJ é a primeira Seccional do país a estruturar uma ação dessa natureza, reforçando seu compromisso com a escuta ativa e a construção de um ambiente mais seguro e justo para todas.

Clique aqui e preencha o formulário.

Todas as advogadas inscritas na Ordem e atuantes no estado podem participar do questionário, inclusive aquelas que nunca foram vítimas de violência. Neste caso, o formulário é encerrado automaticamente após as primeiras perguntas. O sigilo das respostas é absoluto, garantindo total segurança às participantes.

As informações coletadas vão subsidiar o aprimoramento de medidas de proteção e suporte às vítimas de violência física, psicológica, moral ou patrimonial, tanto em espaços privados quanto em ambientes de trabalho, como fóruns, delegacias, escritórios de advocacia e até no meio virtual.

Abrir WhatsApp