Clara Passi Os impactos da nova regulamentação de investimentos (Resolução CMN nº 4.661/2018) e como dela emanará a responsabilidade dos gestores dos fundos de pensão pautaram um evento que atravessou a manhã desta quinta-feira, dia 25, na Seccional. A realização foi das Comissões de Previdência Social e de Previdência Complementar, ambas da OAB/RJ. A transmissão dos paineis está disponível no canal da OAB/RJ no Youtube. A presidente da CPS, Suzani Ferraro, e o membro honorário Wagner Balera compuseram a mesa de abertura. Balera falou também como integrante do Instituto Brasileiro de Previdência Complementar e Saúde Suplementar (Ipcom). Na plateia estavam representantes de diversos fundos de pensão. “A previdência social e a privada complementar serão muito discutidas desde o início do próximo governo, em 2019. A nova norma veio em função dos episódios dos últimos anos de má gestão dos fundos de pensão e da necessidade de se rever a lei. Quem sabe assim consiga-se manter os fundos ativos para que continuem a ser um dos nossos pilares em termos de previdência social", afirmou Ferraro, que falou em nome da diretoria da casa. Balera aposta que a previdência social vai, cada vez mais, ceder espaço para a complementar. "A reforma previdenciária terá que contemplar o espaço que a complementar deverá ter no futuro do Brasil", disse ele, destacando os encargos inerentes à administração do imenso cabedal financeiro que essas instituições carregam, alvo de uma legislação especial. Os paineis foram compostos por representantes da Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc), Lúcio Rodrigues Capeletto e José Carlos de Sampaio Chedeak, e os especialistas da área Aparecida Pagliarini, Sérgio de Andrea Ferreira, Ana Paula Oriola De Raeffray, Aparecida Pagliarini e Sérgio de Andrea Ferreira.