08/07/2025 - 13:24 | última atualização em 09/07/2025 - 10:18

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Pleitos da advocacia caxiense são levados pela OABRJ ao TRT1

Em pauta, a mudança de endereço da Justiça do Trabalho no município e alternativas para a realização de audiências diante das dificuldades de mobilidade urbana na Região Metropolitana

Ana Júlia Brandão



A presidente da OABRJ, Ana Tereza Basílio, participou de reunião institucional com o presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT1), desembargador Roque Lucarelli, nesta terça-feira, dia 8, para tratar de importantes pleitos da advocacia trabalhista atuante no município de Duque de Caxias (RJ).

O encontro contou com a participação da vice-presidente da OAB/Duque de Caxias, Débora Duarte, do presidente da Comissão da Justiça do Trabalho da Seccional (CJT), Ricardo Menezes, e da presidente da CJT da Subseção, Cláudia Calixto.

Entre os temas discutidos, a mudança da sede da Justiça do Trabalho em Duque de Caxias, que passará para um novo prédio, em melhores condições.

“Tivemos uma excelente reunião com o presidente do TRT1 sobre o prazo para a mudança da Justiça do Trabalho de Caxias, que vai para um prédio muito mais confortável e com muito mais segurança. A previsão é de cerca de um ano para tudo estar pronto e em ordem”, afirmou Basilio.


Elevadores e mobilidade


Outro ponto destacado diz respeito à restrição ao uso dos elevadores do atual prédio até as 9h30 pelos advogados. Segundo a administração, a medida visa a segurança de magistrados, por conta de ameaças. As representantes da Ordem sugeriram, porém, que a limitação atinja apenas as partes dos processos, sem afetar advogados e advogadas que precisam utilizar os elevadores. O presidente do tribunal se mostrou solícito à sugestão e concordou em repensar a dinâmica para facilitar o acesso da classe ao prédio. 

A presidente Ana Tereza Basilio sinalizou ainda que será encaminhada à Corregedoria do TRT uma sugestão para facilitar a realização de audiências nos dias em que há sérios problemas de mobilidade urbana nas vias expressas da Região Metropolitana, o que dificulta o comparecimento dos advogados e advogadas.

“Vamos preparar uma sugestão e encaminhá-la por ofício ao corregedor do TRT a fim de resguardar a advocacia neste tipo de situação”, completou.

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