OAB/RJ cobra apuração independente para assassinato no Santo Expedito

 

 

Do Jornal do Brasil

 

16/10/2007 - A Comissão de Direitos Humanos da Ordem dos Advogados do Brasil, seção Rio de Janeiro, (OAB/RJ) cobrou do Departamento Geral de Ações Sócio-Educativas (Degase) informações sobre as providências adotadas para apurar o assassinato do menor Gilberlan Pereira Carmo, de 16 anos, no Educandário Santo Expedito. Gilberlan foi espancado até a morte pelos outros internos porque teria desobedecido a um código de conduta, ao acariciar em público a namorada que foi visitá-lo na sexta-feira.

 

A presidente da Comissão, Margarida Pressburger, disse que está indignada com o crime, uma vez que o rapaz, sob a guarda do Estado, deveria ter sido protegido pela instituição. A OAB/RJ quer que seja formada uma comissão externa, independente, para investigação do caso, com a participação do Conselho Estadual de Defesa da Criança e do Adolescente, da Comissão de Direitos Humanos da Alerj e do próprio Degase, além da OAB.