Depois de passar por Macaé, a segunda parada da comitiva da OABRJ e da Caarj foi Rio das Ostras. Nesta sexta-feira, dia 30, o presidente da OABRJ, Luciano Bandeira, está percorrendo pontos de atendimento na Região dos Lagos para ampliar a estrutura de suporte ao trabalho da advocacia nesses locais. 

Recepcionado pela presidente da OAB/Rio das Ostras, Michelle Mansur, Luciano inaugurou a ampliação da central de peticionamento da sala que a Ordem mantém no fórum local. A bancada de trabalho foi ampliada para que mais baias fossem instaladas, permitindo que o número de máquinas disponíveis para os colegas fosse duplicado (passou de dois para quatro), enquanto se observa o distanciamento social. Restou ainda espaço para a instalação de mais equipamentos no futuro. 

A ocasião reuniu os ex-presidentes da subseção Norma Ferreira, Samuel Mendes (que hoje coordena as subseções da Região dos Lagos no Departamento de Apoio às Subseções da OABRJ) e Alan Araújo. 

Acompanharam Luciano a vice-presidente da OABRJ, Ana Teresa Basílio; o secretário-geral da Seccional, Álvaro Quintão; o tesoureiro, Marcello Oliveira; e o secretário-adjunto e diretor do Departamento de Apoio às Subseções, Fábio Nogueira; o assessor-executivo da Presidência da Seccional, Carlos André Pedrazzi, e a presidente da OAB Jovem da Seccional e do Conselho Federal, Amanda Magalhães.

A Caarj esteve representada pelo presidente, Ricardo Menezes; a vice, Marisa Gaudio; o secretário-geral, Mauro Pereira dos Santos; o tesoureiro, Frederico Mendes; e o procurador Romualdo Mendes de Freitas Filho.

O presidente da Subseção de Cabo Frio, Kelven Lima, o ex-presidente da OAB/Bangu Ronaldo Barros, e o presidente do Sindicato dos Advogados do Estado, Claudio Goulart, também prestigiaram a visita. 

Michelle exaltou o comprometimento da Seccional com o bem-estar da advocacia e o incremento estrutural dos pontos de atendimento da Ordem sobretudo neste momento grave de pandemia.

Luciano voltou a frisar que o foco é a entrega para a advocacia de melhorias concretas que garantam a sobrevivência profissional dos colegas. 

“A advocacia precisa da estrutura telepresencial para poder exercer a profissão neste momento em que os tribunais estão operando de forma híbrida. Com o maior número de baias, conseguimos instalar mais equipamentos e manter o distanciamento social. Assim que possível, cada uma será ocupada por um computador”, disse. 

“Estamos ao lado da advocacia superando este que é o maior desafio do século, de cabeça erguida, honrando os pilares da gestão: estrutura, serviço e prerrogativas”.