Na noite de quarta-feira, dia 2, a OABRJ foi alertada por autoridades da Segurança Pública sobre uma possível ameaça de atentado. Diante da gravidade do alerta, que teria ligação com grupos extremistas de cunho racial, a instituição decidiu fechar o prédio como medida preventiva. Felizmente, durante as buscas, nenhum artefato foi encontrado. A varredura realizada na quinta-feira, dia 4, nos 12 andares do prédio envolveu cerca de 50 agentes, além de 19 cães farejadores. A atuação coordenada do Grupo de Bombas e Explosivos da Polícia Federal, com o apoio das Polícias Militar e Civil do Rio de Janeiro, da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp) e da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), garantiu a segurança de todos. Saiba mais. “Quero registrar meu mais sincero agradecimento à Polícia Federal, especialmente nas pessoas do diretor-geral da instituição, Andrei Augusto Passos Rodrigues, e do superintendente regional no Rio de Janeiro, Fábio Galvão, bem como às demais forças de segurança que atuaram com agilidade, técnica e dedicação, protegendo não apenas a estrutura física da OABRJ, mas, sobretudo, o livre exercício da advocacia e os valores democráticos que representamos”, afirmou a presidente da OABRJ, Ana Tereza Basilio. A presidente também demonstrou gratidão às manifestações públicas de solidariedade recebidas do Instituto dos Advogados Brasileiros (IAB), da Associação da Imprensa do Brasil (AIB), do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio de Janeiro (Crea-RJ) e da Associação Nacional da Advocacia Criminal (Anacrim). Segundo Basilio, a união das entidades que representam a defesa da democracia e da integridade institucional é essencial diante de episódios tão graves. “Também agradeço cada nota de apoio que recebemos. Em momentos de tensão e ameaça, a solidariedade institucional nos fortalece e reafirma nosso papel na defesa intransigente da democracia”, finalizou Basilio. Entenda o caso Na noite de quarta-feira, dia 2, a OABRJ foi alertada por autoridades da Segurança Pública sobre uma possível ameaça de atentado. Diante da gravidade do conteúdo, que teria ligação com grupos extremistas, a instituição decidiu fechar o prédio como medida preventiva. Felizmente, durante as buscas, nenhum artefato foi encontrado. O caso segue sob investigação das autoridades competentes.