Com o intuito de realizar um trabalho com mais unidade e efetividade, a presidente da OAB/Leopoldina, Talita Menezes, idealizou o 1º Colégio de Comissões da Subseção. O evento foi realizado na última sexta-feira, dia 25, de forma virtual, em respeito a todas as orientações das autoridades de saúde para evitar a propagação da pandemia da Covid-19. "A ideia surgiu do desejo de unir presidentes e integrantes de comissões para dialogar sobre a atuação desses grupos e abordar a responsabilidade de todos os envolvidos na vida da Ordem", explicou Talita.

Após as saudações do presidente da Caarj, Ricardo Menezes, e da secretária-geral da OAB/Leopoldina, Andrea Cabo, o secretário-geral adjunto da Seccional e diretor do Departamento de Apoio às Subseções, Fabio Nogueira, fez a primeira exposição do dia, sobre a responsabilidade e o funcionamento das comissões da OAB. 

Fábio lembrou a importância da atuação voluntária de diversos advogados e destacou o aumento do número de comissões nos últimos anos. Atualmente, são mais de 140 grupos temáticos na Seccional. Na Subseção da Leopoldina, são 27.

"Quanto mais empenhado for o trabalho das comissões, maior será o engajamento dos advogados e das advogadas em relação à Ordem", afirmou. 

Ao elogiar a quantidade de pessoas que as comissões trazem para o cotidiano da OABRJ, Fábio ressaltou, que apesar de "termos especialistas em todas as áreas", é importante debater internamente a fim de que os posicionamentos externados para a classe e para a sociedade civil estejam bem definidos.

Na sequência do encontro, o jornalista e chefe do Departamento de Comunicação da OABRJ, Eduardo Sarmento, abordou as manifestações nas mídias sociais. Com exemplos conhecidos de mau uso das redes ao redor do mundo, ele tratou da responsabilidade que os dirigentes de Ordem devem ter ao postar informações em seus perfis, sejam pessoais ou institucionais.

Fechando o dia, a advogada e secretária-adjunta da Coordenação das Relações Brasil-China da OABRJ falou sobre empreendedorismo institucional. "É o que fazemos a partir do momento em que estamos inseridos em um ambiente corporativo. É o fomento, a partir dos subsídios necessários, ao desenvolvimento da instituição a partir de práticas inovadoras. Significa termos a preocupação, enquanto líderes, de desenvolver a entidade", detalhou.

Talita considerou o evento um sucesso, não só pelo pioneirismo mas pela oportunidade de tratar coletivamente de assuntos fundamentais em busca de unidade:

"É importante conversar sobre regras, metas, responsabilidades. Sem diálogo não é possível realizar um trabalho que mostre a cara da instituição, sem protagonismos pessoais, de forma voluntária e voltado para a classe".