A Comissão OAB Jovem da OABRJ representou a advocacia fluminense no I Colégio Nacional da Jovem Advocacia do triênio 2025-2027, realizado no último sábado, dia 24, na sede da OAB/Rio Grande do Norte, em Natal. O evento reuniu representantes de todo o país para discutir os principais desafios dos advogados e advogadas em início de carreira, em uma programação com mais de sete horas de debates, troca de experiências e articulações institucionais. Ao lado das lideranças de Sergipe e Mato Grosso do Sul, a comissão fluminense articulou reuniões prévias dos grupos temáticos, nas semanas anteriores ao evento, para construir propostas conjuntas que foram apresentadas ao Conselho Federal da Ordem (CFOAB). Estratégia que ajudou o I Colégio da Jovem Advocacia do triênio a ter uma dinâmica ainda mais produtiva. “Foi um encontro extremamente proveitoso. Conseguimos debater com profundidade e organização temas que impactam diretamente a jovem advocacia, com a apresentação de sugestões concretas ao Conselho Federal. Essa troca entre os estados mostra a força da atuação em rede e fortalece o protagonismo dos jovens advogados e advogadas”, destacou a presidente da Comissão OAB Jovem da OABRJ, Lívia Madeira. Escuta ativa e representatividade Entre os temas de maior repercussão, destaque para as propostas de atualização do Provimento nº 205/2021 do CFOAB, que trata da publicidade e do marketing jurídico. Segundo Madeira, as comissões trouxeram sugestões que dialogam diretamente com os desafios enfrentados pelos jovens profissionais e que enxergam na comunicação uma ferramenta estratégica de posicionamento no mercado. A presença inédita de membros do Conselho Federal da OAB, entre eles o presidente em exercício, Felipe Sarmento, e a secretária-geral adjunta, Christina Cordeiro, foi apontada como um marco na história do Colégio. Como apontou Lívia Madeira, a escuta ativa do segmento pela instância nacional é um passo importante para valorizar e fortalecer a jovem advocacia no cenário institucional da Ordem. “Precisamos continuar debatendo e, principalmente, construindo políticas institucionais que ofereçam suporte, representatividade e oportunidades concretas aos profissionais que estão começando a trilhar seus caminhos na profissão”, completou a dirigente.