Com o objetivo de ampliar e enriquecer o diálogo institucional que a OABRJ trava constantemente com a área de tecnologia da informação do TJRJ, a diretora de Inclusão Digital e Inovação da Seccional, Maria Luciana Pereira de Souza, promoveu um encontro virtual entre a juíza auxiliar da Presidência do tribunal, Daniela Bandeira, com presidentes de subseção da Ordem nesta sexta-feira, dia 8. Bandeira, que é responsável pelo processo eletrônico no âmbito da Justiça estadual, ouviu dos porta-vozes da advocacia fluminense questões sobre o manuseio do sistema.

O objetivo da Diretoria de Inclusão e Inovação ao convidar os dirigentes de todas as 63 subseções da Ordem no estado foi proporcionar a eles uma chance de comunicar livremente os problemas técnicos que entravam o dia a dia profissional dos colegas.

Participaram o presidente da Subseção de Teresópolis, Rodrigo Ferreira; de Petrópolis, Marcelo Schaeffer; de Cabo Frio, Kelven Lima; a de Três Rios, Marcia Piaz; o de Mendes, Paulo Afonso Costa; a de Vassouras, Rosânia Figueira; de Valença, Antonio Tadeu de Almeida Lasneaux Junior; e a tesoureira de Iguaba Grande, Marlene Pacheco. 

Os integrantes da Comissão de Juizados Especiais Cíveis da OABRJ -  o presidente, Pedro Menezes, a vice, Fernanda Mata, e o membro João Marcos de Paula Nunes - aproveitaram a oportunidade para expressar um pleito urgente da advocacia: a implementação de funcionalidade no PJe pelo TJ para emissão automática da Grerj referente às custas para interposição de recurso inominado.

A juíza Daniela Freitas informou que o tribunal está desenvolvendo um sistema facilitado de emissão da cobrança e que o pedido desta comissão de inclusão da funcionalidade dentro da plataforma do PJe será encaminhado ao Conselho Nacional de Justiça.

Ficou acertado com a OABRJ que os pontos levantados pela advocacia serão enviados à juíza em forma de ofício.

Na reunião, Bandeira detalhou o processo de implantação do PJe no estado, falou do cronograma de migração também dos processos cíveis das comarcas do interior do estado para o novo sistema e dos planos do Conselho Nacional de Justiça de padronizar os sistemas de processo eletrônico de todas as cortes do país, entre outros temas. 

“A maior dor dos representantes da advocacia é perceber a dificuldade que os colegas têm de acessar o sistema por questões relacionadas à indisponibilidade. A classe precisa ser ouvida”, disse Maria Luciana.