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Hélcio Silvestre da Matta

20/05/1937 - 15/05/2020

Economista e contador que começou a atuar na advocacia pouco antes de se aposentar, era multi-instrumentista e um católico devoto que tinha sempre uma palavra amiga para oferecer

“Meu pai trabalhou como economista e contador, e, pouco antes de se aposentar, formou-se em Direito pela Universidade Cândido Mendes. Era muito ativo, não queria parar de trabalhar. Tinha muitos clientes, estava sempre se reciclando. Atuava na área imobiliária, mas fazia inventários caso fosse procurado por conhecidos. 

Era apaixonado por música. Tocava violão, cavaquinho, teclado. No final do ano passado, comprou uma gaita. Gostava muito de chorinho e fez parte por anos da Escola Portátil de Música. Recebi várias manifestações de colegas seus músicos e de inquilinos dos imóveis que ele alugava, todos chocados com a rapidez com que tudo se deu. 

A paixão dele pelo Fluminense também era marcante. Não perdia um jogo sequer na televisão.

Era uma pessoa muito querida, muito positiva, que tinha sempre uma palavra amiga a oferecer. Era um católico extremamente religioso e nos entristeceu não termos podido realizar um velório e um enterro como ele merecia. Morreu a dias de completar 58 anos de casamento com minha mãe, Maria de Lourdes Sales da Matta. Minha irmã, Claudia Sales da Matta, que mora nos EUA, pôde passar os últimos dois meses junto com ele, em confinamento aqui no Rio, e tiveram ótimos momentos juntos. Foi uma enorme perda para todos nós”.

Depoimento do filho, o empresário e bussiness coach Gustavo Sales da Matta, à jornalista Clara Passi

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